NEWS DIGISTAR - Sucesso Absoluto!
Enviado em 23 de Outubro de 2009
Publicado por Rubens Pires
Enviado em 23 de Outubro de 2009
Publicado por Rubens Pires
Enviado em 19 de Outubro de 2009
Publicado por Rubens Pires
Enviado em 19 de Outubro de 2009
Publicado por Rubens Pires
Enviado em 30 de Setembro de 2009
Publicado por Rubens Pires
Enviado em 27 de Julho de 2009
Publicado por Rubens Pires
A Embratel teve lucro líquido no segundo trimestre de R$ 403 milhões, aumento de 229% em relação ao segundo tri de 2008. A receita líquida da empresa cresceu 9,4% (ano contra ano), totalizando R$ 2,562 bilhões. A nova linha de negócios TV por Assinatura Via Satélite (Via Embratel), cujo lançamento ocorreu em 1º de dezembro de 2008, encerrou o primeiro semestre de 2009 com 143,743 mil vendas, mantendo expressivo crescimento.
No segundo trimestre de 2009, a receita com o serviço local cresceu 27,6%, para R$ 518 milhões, devido, principalmente ao aumento do número de clientes corporativos e residenciais (principalmente Net fone e Vipline). A receita de comunicação de dados cresceu 24,3%, para R$ 746 milhões, enquanto a receita de longa distância aumentou apenas 0,5% (se comparadas com o mesmo período do ano anterior). O tráfego de longa distância nacional totalizou 3.598 milhões de minutos, redução de 2,7% comparado com primeiro trimestre de 2009. No acumulado do período, o tráfego de longa distância nacional totalizou 7.295 milhões de minutos, uma redução de 5 pontos percentuais comparado com o mesmo período do ano anterior.
O Ebitda no segundo trimestre foi de R$ 660 milhões, crescimento de 20,1% comparado com o mesmo trimestre do ano anterior. O Ebit no segundo trimestre foi de R$ 381 milhões.
Em 30 de junho de 2009, a dívida líquida da empresa totalizou R$1,767 bilhão. Os investimentos no segundo trimestre de 2009 foram de R$ 299 milhões.
Enviado em 7 de Julho de 2009
Publicado por ricardodltg
O código 58 da Voitel para ligações de longa distância começa a funcionar a partir do dia 31 de julho para os clientes de São Paulo e posteriormente para consumidores do Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Curitiba. A operadora já possui licença STFC (Serviço Telefônico Fixo Comutado) da Anatel e, com o novo serviço, espera triplicar sua operação até 2012.
Toda a estrutura de rede da empresa foi reformulada e adaptada com equipamentos de última geração para que os clientes possam desfrutar de uma telefonia eficiente. O serviço será comercializado através de pacotes de minutos que vão desde o plano básico, até pacotes de voz com 400, 600, 800 ou 1 mil minutos. E quem não for cliente da companhia, mas quiser usar o código, precisará se cadastrar na central de atendimento. A cobrança será feita diretamente no endereço da empresa, por meio de conta telefônica independente.
Enviado em 2 de Julho de 2009
Publicado por Rubens Pires
Enviado em 1 de Julho de 2009
Publicado por Rubens Pires
Enviado em 9 de Junho de 2009
Publicado por admin
Fonte:
Ethevaldo Siqueira
www.ethevaldo.com.br
7 de junho de 2009

Quais seriam hoje as tecnologias que moldam nosso mundo, no ensino, na aprendizagem, na pesquisa e nas aplicações mais criativas? A resposta a essa questão é dada por um dos mais prestigiosos estudos internacionais, o Relatório Horizon (Horizon Report), que seleciona seis tecnologias: mobilidade, computação em nuvem (cloud computing), geo-tudo (geo-everything), internet pessoal, aplicações semânticas e objetos inteligentes.
Elaborado de forma inteiramente colaborativa entre as organizações The New Consortium e a EduCause Learning Iniciative, o Horizon Report 2009 é um dos documentos mais interessantes sobre o futuro. Meu primeiro contato com esse estudo ocorreu por intermédio de Jean Paul Jacob (foto), professor e cientista brasileiro que leciona na Universidade de Berkeley, na Califórnia, e que é um dos integrantes do grupo de pesquisadores que elabora o Horizon Report. O documento está acessível no endereço http://horizon.nmc.org/wiki. É um bom exemplo de colaboração entre centenas de pesquisadores e cientistas.
As seis tecnologias foram consideradas tendências dominantes para os próximos cinco anos. A maior probabilidade é a da que obteve pleno consenso ou quase unanimidade de que seu impacto ocorrerá ainda em 2009. O segundo nível estima sua máxima efetividade em três anos. E o terceiro, em quatro ou cinco anos. Algumas tecnologias já estão amadurecidas e em pleno uso, como é o caso da mobilidade (celular) e da computação em nuvem (cloud computing).
Mobilidade – Embora seja uma tecnologia bastante madura, o celular continua a evoluir rapidamente. Novas interfaces, capacidade de rodar aplicações de terceiros e a possibilidade de localização a qualquer instante são avanços recentes que tornaram o celular uma ferramenta versátil que pode ser facilmente adaptada a um conjunto de tarefas, incluindo ensino, produtividade e redes sociais. Os smartphones mais recentes e sofisticados tendem a assumir o papel e as funções de computadores portáteis, a começar do iPhone.
Computação em nuvem (cloud computing) é o uso da internet como recurso mundial de computação. O mundo dispõe cada dia mais da capacidade de armazenamento das “fazendas de dados” (data farms), que são aglomerados de servidores em rede, capazes de fornecer imenso poder de processamento e fácil acesso. Soluções simples e baratas para armazenamento remoto, aplicações multiusuários, hospedagem e computação com multiprocessamento – tudo isso trará nova visão e novos conceitos sobre computadores, software e arquivos.
Geo-tudo é a tradução livre proposta para a expressão Geo-Everything, que se refere aos dados e às incontáveis aplicações de localização de pessoas e dispositivos. Difíceis e complicadas no passado, essas aplicações tornaram-se incrivelmente simples e fáceis nos últimos dois anos. Diversos dispositivos relativamente comuns podem hoje determinar e registrar com precisão sua própria localização (via GPS ou técnicas de triangulação de celular), salvar esses dados em mídia capturada (como fotografia) e transmiti-los via internet para um conjunto de usos.
Internet pessoal é parte de uma tendência resultante da ação de ferramentas que reúnem o fluxo de conteúdo em formas customizáveis e expandidas por um conjunto de widgets (interfaces gráficas) que administram o conteúdo online. A expressão internet pessoal foi cunhada para representar uma coleção de tecnologias usadas para configurar e gerenciar os modos que cada pessoa usa a internet.
Aplicações semânticas são ferramentas projetadas para usar o significado ou a semântica da informação na internet, para fazer conexões e prover respostas que, de outro modo, exigiriam longo tempo e grande esforço. A idéia que está por trás da web semântica é a de que, embora os dados online estejam disponíveis para a busca, seu significado não está. Os computadores são boas máquinas para nos dar o retorno de palavras-chave, mas muito ruins para entender o contexto no qual as palavras-chave são usadas. Diante da palavra turkey, o motor de busca pode nos dar respostas ligadas à ave (peru), a receitas de assados para o Natal, ou ao país (Turquia), sem fazer qualquer distinção entre os diferentes sentidos.
Objetos inteligentes são muitas vezes chamados de “internet das coisas” (internet of things). Objetos inteligentes abrangem um conjunto de tecnologias que podem conferir a objetos comuns a capacidade de reconhecer sua localização física e responder adequadamente ou conectar-se com outros objetos ou informação. Um objeto inteligente “sabe” alguma coisa sobre si mesmo – onde e como foi feito, para que é usado, onde deveria estar ou quem é seu dono, por exemplo – e alguma coisa também sobre seu ambiente. Embora as tecnologias que a eles estão subjacentes – identificação por radiofrequência (RFID), cartões inteligentes (smartcards), código de barras, sensores de toque e de movimento – não sejam novas, estamos vendo hoje novas formas de sensores, identificadores e aplicações com muito mais funcionalidades.
Enviado em 5 de Maio de 2009
Publicado por Rubens Pires
Um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal: estes quatro elementos fazem parte de uma das melhores histórias sobre atendimento que conhecemos.
Um homem estava dirigindo há horas e, cansado da estrada, resolveu procurar um hotel ou uma pousada para descansar. Em poucos minutos, avistou um letreiro luminoso com o nome: Hotel Venetia.
Quando chegou à recepção, o hall do hotel estava iluminado com luz suave. Atrás do balcão, uma moça de rosto alegre o saudou amavelmente:
- Bem-vindo ao Venetia!
Três minutos após essa saudação, o hóspede já se encontrava confortavelmente instalado no seu quarto e impressionado com os procedimentos: tudo muito rápido e prático.
No quarto, uma discreta opulência; uma cama, impecavelmente limpa, uma lareira, um fósforo apropriado em posição perfeitamente alinhada sobre a lareira, para ser riscado. Era demais!
Aquele homem que queria um quarto apenas para passar a noite, começou a pensar que estava com sorte.
Mudou de roupa para o jantar (a moça da recepção fizera o pedido no momento do registro). A refeição foi tão deliciosa, como tudo o que tinha experimentado, naquele local, até então. Assinou a conta e retornou para o quarto. Fazia frio e ele estava ansioso pelo fogo da lareira.
Qual não foi a sua surpresa!
Alguém havia se antecipado a ele, pois havia um lindo fogo crepitante na lareira. A cama estava preparada, os travesseiros arrumados e uma bala de menta sobre cada um. Que noite agradável aquela!
Na manhã seguinte, o hóspede acordou com um estranho borbulhar.
Saiu da cama para investigar.Simplesmente uma cafeteira ligada por um timer automático, estava preparando o seu café e, junto um cartão que dizia: “Sua marca predileta de café. Bom apetite!”.
Era mesmo! Como eles podiam saber desse detalhe?
De repente, lembrou-se: no jantar perguntaram qual a sua marca preferida de café.
Em seguida, ele ouve um leve toque na porta. Ao abrir, havia um jornal…
“Mas, como pode?! É o meu jornal! Como eles adivinharam?”
Mais uma vez, lembrou-se de quando se registrou: a recepcionista havia perguntado qual jornal ele preferia.
O cliente deixou o hotel encantando. Feliz pela sorte de ter ficado num lugar tão acolhedor. Mas, o que esse hotel fizera mesmo de especial?
Apenas ofereceram um fósforo, uma bala de menta, uma xícara de café e um jornal.
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Nunca se falou tanto na relação empresa-cliente como nos dias de hoje.
Milhões são gastos em planos mirabolantes de marketing e, no entanto, o cliente está cada vez mais insatisfeito, mais desconfiado.
Mudamos o layout das lojas, pintamos as prateleiras, trocamos as embalagens, mas esquecemo-nos das pessoas.
O valor das pequenas coisas conta, e muito.
A valorização do relacionamento com o cliente.
Fazer com que ele perceba que é um parceiro importante!
Lembre-se que…
Esta mensagem vale para nossas relações pessoais (namoro, amizade, família, subordinados, colegas de estudos, casamento, etc.) enfim pensar no outro como ser humano é sempre uma satisfação para quem doa e para quem recebe.
Seremos muito mais felizes, pois a verdadeira felicidade está nos gestos mais simples de nosso dia-a-dia que na maioria das vezes passam despercebidos
Pequenos, pequenos ‘DETALHES, GESTOS’ que fazem ‘TODA’ diferença!
Encerro meus pensamentos com os dizeres da notável Madre Tereza de Calcutá: “Não deixeis jamais que alguém que achegou-se de ti, vá embora,
sem sentir-se melhor ou mais feliz”.